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Reconhecendo e evitando esquemas prejudiciais das fraudes bancárias

Publicado: janeiro, 2024

As empresas podem enfrentar uma variedade de fraudes bancárias, cada uma com suas próprias técnicas e métodos.

As fraudes por cheque por exemplo, podem ser feitas por meio de cheque sem fundos, cheques falsificados, alteração de cheques e cheque roubado. Criminosos podem falsificar assinaturas, alterar valores ou criar cheques completamente falsos.

Criminosos acessam ilegalmente sistemas de transferência de fundos para redirecionar dinheiro para suas próprias contas. Isso pode ocorrer através de hacking ou enganando funcionários para que realizem transferências não autorizadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Há táticas onde os fraudadores enganam os funcionários por e-mail (phishing) ou por telefone (vishing) para divulgar informações confidenciais, como detalhes de login bancário, que são então usadas para acessar contas empresariais.

Funcionários da empresa abusam de seu acesso a contas e fundos para desviar dinheiro. Isso pode ser feito através de esquemas de desfalque, falsificação de registros e outras formas de apropriação indébita.

Criminosos obtêm ilegalmente informações pessoais ou corporativas para abrir contas, obter crédito ou realizar transações em nome da empresa sem permissão. Transações não autorizadas realizadas com cartões de crédito ou débito da empresa, infelizmente também são comuns, seja por meio de clonagem de cartões, roubo de informações de cartão online ou outras táticas.

Nas fraudes de investimento, as empresas são enganadas para investir em produtos financeiros fraudulentos ou inexistentes, prometendo altos retornos com pouco ou nenhum risco.

Além disso, falhas de segurança como vírus ou malware, e sinais de invasão no sistema, como atividades de login suspeitas, são indicativos críticos de possível atividade fraudulenta.

Reclamações ou preocupações expressas por funcionários, clientes ou instituições financeiras sobre transações ou atividades incomuns também não devem ser ignoradas.

As empresas têm à disposição uma série de proteções legais para se salvaguardarem contra fraudes bancárias, e entender essas opções é importante para uma defesa eficaz.

Em primeiro lugar, existem leis específicas de cada país ou região que tratam de fraudes bancárias e cibernéticas, oferecendo um quadro legal para a persecução e punição dos infratores. Estas leis frequentemente incluem disposições para a compensação das vítimas de fraude.
Além disso, as empresas podem recorrer a contratos e acordos legais para proteger suas operações. Isso inclui acordos com bancos e provedores de serviços financeiros que detalham as responsabilidades e medidas de segurança a serem seguidas por ambas as partes.

Muitos desses acordos contêm cláusulas específicas sobre o que acontece em caso de fraude, incluindo como as perdas serão tratadas e quem será responsável por elas.
As empresas também podem implementar políticas internas rigorosas, que, embora não sejam leis per se, podem oferecer uma camada adicional de proteção legal. Essas políticas podem incluir procedimentos de verificação de novos funcionários, auditorias regulares, protocolos de segurança cibernética e procedimentos para reportar e lidar com atividades suspeitas.

A implementação dessas tecnologias e ferramentas, combinadas com uma cultura organizacional de vigilância e conscientização sobre segurança, pode oferecer às empresas uma defesa robusta contra as fraudes bancárias.

Fonte: Migalhas

Link: https://www.migalhas.com.br/depeso/399817/reconhecendo-e-evitando-esquemas-prejudiciais-das-fraudes-bancarias